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Horizontes 24-09-2021

7 e 20 de setembro: algo a comemorar?
As efemérides são instrumentos de fixação, de repetição, de visibilidade e de comemoração de episódios da memória histórica. São elas também construções históricas
de sujeitos e grupos que pretendem tornar presentes determinadas memórias e jogar no esquecimento outras reminiscências. Mais que comemorar, essas datas provocam reflexão sobre o passado e sobre suas apropriações e repercussões no presente e na vida, seja da nação, seja do Estado do Rio Grande do Sul. Independência ou independências? Quais imaginários compõem o 7 de setembro e como foram construídos por imagens, museus e filmes? Quais as apropriações recentes do Bicentenário da Independência em 2022? No caso do 20 de setembro, quais imaginários e memórias são valorizadas e quais são apagadas? Por que comemorar uma derrota histórica? Quais as repercussões no presente da Guerra Farrapa e das suas comemorações? Essas são algumas das indagações que nortearão nosso bate-papo.

Para saber mais:
ANPUH Brasil – 200 Anos de Independência: passado, presente e futuro. Uma semana de lives. https://youtu.be/kWMkB9mZm9o
Portal do Bicentenário (portaldobicentenario.org.br)
Lilian Schwarcz, A traída, a amante: silenciadas, elas atuaram na independência do Brasil... - Veja mais em https://www.uol.com.br/universa/colunas/2021/09/07/7-de-setembro-e-a-invisibilidade-das-mulheres-na-historia-do-brasil.htm?cmpid=copiaecola
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Author: admin